Enquanto o mundo acompanha os mísseis, a Igreja precisa enxergar as almas
Existe um país no mundo onde possuir uma Bíblia pode representar um risco de vida. Onde reunir-se para orar pode significar prisão, tortura ou até mesmo a morte. Onde milhões de pessoas vivem sem liberdade para conhecer, ouvir ou professar publicamente a fé em Jesus Cristo. Esse país é a Coreia do Norte.
Enquanto a Igreja brasileira desfruta de liberdade para realizar cultos, organizar congressos, promover campanhas evangelísticas, publicar mensagens nas redes sociais e proclamar o Evangelho nas ruas, existem cristãos em outras partes do mundo que precisam esconder sua fé para sobreviver.
E talvez uma das perguntas mais importantes que precisamos fazer seja: Será que estamos utilizando nossa liberdade para interceder por aqueles que não possuem liberdade para professar sua fé?
As notícias recentes sobre a Coreia do Norte continuam preocupantes. Em 27 de outubro de 2026, um representante do Escritório de Direitos Humanos das Nações Unidas declarou que a situação dos direitos humanos no país não apresentou melhorias na última década e que, em aspectos importantes, houve uma deterioração significativa. Entre as preocupações estão o aumento das execuções, os campos de prisioneiros políticos, as restrições à liberdade de movimento e as dificuldades de acesso à alimentação e aos serviços de saúde. Além disso, em 31 de outubro de 2026, a imprensa estatal norte-coreana anunciou novos testes de armamentos, incluindo uma ogiva de bombas de fragmentação destinada a mísseis balísticos táticos. O país continua investindo em seu poderio militar em meio a uma situação humanitária extremamente delicada.
Segundo informações divulgadas pelas Nações Unidas em agosto de 2026, aproximadamente 10,7 milhões de pessoas, mais de 40% da população, enfrentam desnutrição. Crianças e mulheres estão entre os grupos mais vulneráveis.
São notícias que deveriam despertar nossa atenção, mas, acima de tudo, deveriam despertar nossa intercessão.