Cada vez menos norte-coreanos têm conseguido fugir da Coreia do Norte nos últimos anos. A segurança nas fronteiras foi intensificada tornando as travessias mais perigosas. Aqueles que conseguem sair do país atravessam a fronteira ilegalmente ou conseguem vistos de saída, muitas vezes através de subornos.
Chegando a outros países, os refugiados são acolhidos em casas seguras, mantidas por diferentes agências missionárias. Nesses lugares secretos, eles recebem alimento, abrigo, cuidados médicos e apoio pastoral.
Alguns norte-coreanos ficam por pouco tempo nas casas de refúgio, já outros passam um período mais longo. É nessas casas que muitos deles abrem uma Bíblia pela primeira vez. “Durante toda a vida, eles ouviram que cristãos são inimigos do Estado, que a fé é um veneno e que as Escrituras são perigosas. Ao lerem o texto bíblico, essas narrativas entram em choque com aquilo que encontram nas páginas da Palavra de Deus”. Para um norte-coreano, ler as Escrituras significa confrontar as autoridades e a noção de verdade que foi doutrinado.
Alguns refugiados foram impactados pela Palavra e aceitaram Jesus como seu Salvador. Já outros permaneceram inseguros e desconfiados. O contato com a fé cristã nesses abrigos pode se tornar extremamente perigoso caso os refugiados voltem ao país ou sejam deportados à Coreia do Norte. O regime comunista costuma interrogar e fazer três perguntas específicas a quem saiu da nação: Você frequentou alguma igreja? Encontrou missionários ou cristãos sul-coreanos? Leu a Bíblia? “Mesmo sem evidências físicas, aquilo que a pessoa aprendeu, memorizou ou passou a acreditar pode ser extraído durante o interrogatório”.
Caso sejam descobertos, os cidadãos podem enfrentar prisão, tortura, campos de trabalho forçado ou execução
Chegando a outros países, os refugiados são acolhidos em casas seguras, mantidas por diferentes agências missionárias. Nesses lugares secretos, eles recebem alimento, abrigo, cuidados médicos e apoio pastoral.
Alguns norte-coreanos ficam por pouco tempo nas casas de refúgio, já outros passam um período mais longo. É nessas casas que muitos deles abrem uma Bíblia pela primeira vez. “Durante toda a vida, eles ouviram que cristãos são inimigos do Estado, que a fé é um veneno e que as Escrituras são perigosas. Ao lerem o texto bíblico, essas narrativas entram em choque com aquilo que encontram nas páginas da Palavra de Deus”. Para um norte-coreano, ler as Escrituras significa confrontar as autoridades e a noção de verdade que foi doutrinado.
Alguns refugiados foram impactados pela Palavra e aceitaram Jesus como seu Salvador. Já outros permaneceram inseguros e desconfiados. O contato com a fé cristã nesses abrigos pode se tornar extremamente perigoso caso os refugiados voltem ao país ou sejam deportados à Coreia do Norte. O regime comunista costuma interrogar e fazer três perguntas específicas a quem saiu da nação: Você frequentou alguma igreja? Encontrou missionários ou cristãos sul-coreanos? Leu a Bíblia? “Mesmo sem evidências físicas, aquilo que a pessoa aprendeu, memorizou ou passou a acreditar pode ser extraído durante o interrogatório”.
Caso sejam descobertos, os cidadãos podem enfrentar prisão, tortura, campos de trabalho forçado ou execução